Renata de Freitas Barreto, pedagoga, psicopedagoga, pós graduada em arte educação e terapia, pós graduada em supervisão escolar e coordenação pedagógica, pós graduada em alfabetização e matemática, pós graduanda em Gestão Municipal e Gerenciamento de Cidades, tutora e supervisora pela Faculdade Finom (Sead), estudante de psicologia pela FMPFM, atua como docente nas áreas de educação infantil e ensino fundamental pelos municípios de Serra Negra e Lindóia.
A situação econômica e as necessidades educacionais pertinentes hoje em relação ao atendimento do consumidor, seja ele alguém em busca de produtos para seu dia a dia ou na investidura de sua formação educacional, cultural e acadêmica faz com que haja a necessidade da criação, implementação e até mesmo a reestruturação de diversos segmentos de prestação de serviços, sejam eles particulares ou públicos.
Atualmente, a valorização da consciência ambiental, social, fez com muitas empresas repensassem sua atuação dentro da sociedade agregando valores cada vez mais humanizadores, sem deixar é claro de visar o lucro seja ele em espécie ou em números positivos conforme provas de índice educacional utilizadas anualmente em nosso sistema escolar com o intuito de amostragem da eficiência institucional na formação de nossos queridos alunos. Ou será que essa busca também está indiretamente ligada a obtenção de lucros em espécie sejam eles provenientes de verbas, prêmios e fundos?
Apesar dessa incerteza em relação aos reais motivos que levam instituições de ensino a mudar, fica claro que essa mudança é sempre bem vinda se o ganho buscado favorecer a coletividade e fortalecer seu papel.
Uma nova visão administrativa baseada na funcionalidade, caracterizada pelo aumento da eficiência em nível operacional norteia indiretamente essas empresas/ instituições na busca de soluções e incentivos nas práticas desempenhadas.
O planejamento, a seleção, o controle e a própria execução são principios buscam uma melhor organização e divisões de responsabilidades fazendo com que cada indivíduo participe da construção do emprendimento tornando-o sólido com fatores positivos que incidirão no produto final seja ele material ou humano.
Some-se a isso uma relação pedagogia entre o gestor e os docentes, linear e bilateral, ou seja, todos participando das decisões ou de alguma maneira demonstrando envolvimento dentro das questões pertinentes. Está aí a pequena fórmula para o sucesso!
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